Análise da influência da adulteração de combustível na degradação do lubrificante e do motor de combustão interna

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Ferreira, Ronaldo Lourenço [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/149975
Resumo: Em motores de combustão interna, os estudos dos efeitos da adulteração do combustível se concentram nos problemas que ocorrem no sistema de alimentação, porém pouca atenção é dada ao lubrificante. Esta análise avalia esta degradação precoce do lubrificante a partir das alterações físicas e químicas sofridas por este ao utilizar gasolina adulterada em um motor de combustão interna. Neste trabalho foi utilizado um motor estacionário Honda de 160cc montado em uma bancada e ligado a um alternador por meio de correia de transmissão. Foram utilizados combustíveis adulterados com etanol, querosene e thinner nas proporções de 5%, 10%, 15% e 20%, além de um teste com gasolina adulterada com querosene na razão de 1% até 8%. Os ciclos foram de 40 horas cada, o que equivale a aproximadamente 2.000 km rodados. Para se medir o tempo e rotação do motor foi utilizado um tacômetro/horímetro, onde se registou o tempo de cada ciclo. Foram feitos testes de PQA, espectrômetro de raios X, espectrômetro de infravermelho, viscosidade, sulfatação, nitretação, oxidação, entre outros, além das alterações de comportamento do motor em relação a rotação. Os resultados mostraram as alterações de rotação conforme o esperado, quanto aos outros testes, foi mostrado que o lubrificante também sofreu alterações. Alguns elementos aditivos foram consumidos com a adulteração. O desgaste de máquina foi pequeno, porém os níveis de sulfatação, nitretação e oxidação foram alterados indicando a degradação do óleo lubrificante.