Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Rangel, Patrícia Merenda [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/94912
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Resumo: |
A um longo tempo a mastite tem sido reconhecida como a doença que provoca as maiores perdas econômicas nos rebanhos leiteiros. De fevereiro a novembro de 2004, 670 amostras de leite mastítico bovino, provenientes de dois estados brasileiros foram coletadas, das quais foram isoladas 231 cepas de Escherichia coli. Estas cepas foram analisadas para a detecção dos genes de produção de Shiga toxina (stx 1 e stx 2) e do gene da intimina (eae). Vinte cepas (8,6%) foram detectadas através de PCR contendo os genes da Shiga toxina (8 stx 1, 12 stx 2 e nenhuma delas ambos os genes). Duas cepas (0,8%) de E. coli eram eae positivo não produtoras de Shiga toxina. As cepas de E. coli foram também examinadas para detectar a resistência a 12 agentes antimicrobianos. As resistências mais comuns foram para tetraciclina (92,2%), estreptomicina (90,4%), ácido nalidíxico (88,3%), amicacina (86,5%) e cefalotina (84,8%). A resistência a múltiplas drogas foi encontrada em 152 cepas (65,8%). . Entre os sorogrupos determinados, O111, O26, O158 e O125 foram os mais comuns, todos sorogrupos EPEC clássicos. |