Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Schutzer, Carlos Guilherme de Castro [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/98138
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Resumo: |
O comportamento estacional reprodutivo das éguas constitui um desafio para veterinários e criadores. As éguas apresentam um período de atividade reprodutiva durante o verão e, no inverno, mínimo crescimento folicular e ausência de ovulação (anestro). O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes protocolos envolvendo o uso de luz artificial associado ou não ao implante intra vaginal de progesterona ou a administração de acetato de deslorelina sobre a ocorrência da primeira ovulação da estação de monta de éguas em anestro sazonal. Foram utilizadas 120 éguas em anestro distribuídas aleatoriamente em 8 grupos de tratamento: grupo 1 - Controle, grupo 2 – progesterona (P4), grupo 3 - luz artificial por 35 dias (L35), grupo 4 - luz artificial por 60 dias (L60), grupo 5 - luz artificial por 35 dias e progesterona (L35+P4), grupo 6 - luz artificial por 60 dias e progesterona (L60+P4), grupo 7 - luz artificial por 35 dias e acetato de deslorelina (L35+GnRH), e grupo 8 - luz artificial por 60 dias e acetato de deslorelina (L60+GnRH). Nos grupos onde foi utilizado o dispositivo intra-vaginal com 1,3g de progesterona, após a remoção do implante, as éguas passaram a ser avaliadas diariamente até atingirem folículo(s) com diâmetro de 35 mm em média e edema uterino compatível. Neste momento foi administrado 1500 UI de hCG e 1 mg de acetato de deslorelina associadas, por via intra-muscular, com o objetivo de indução da ovulação e o monitoramento continuou sendo diário até a ovulação, avaliada pela presença de corpo lúteo. A deslorelina foi administrada em todas as éguas dos grupos (L35+GnRH e L60+GnRH) a partir do 36º dia do experimento, de 12 em 12 horas, na dose de 100 μg, até estas atingirem folículo(s) com média de 35 mm de diâmetro e edema uterino compatível, para que pudesse ser induzida a ovulação... |