Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Stringhetta-Villar, Beatriz Procópio [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11449/255493
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Resumo: |
Objetivo: Avaliar o treinamento resistido, realizado por período longo, como estratégia não farmacológica para minimizar o comprometimento da memória de reconhecimento, no estado redox do hipocampo e na deambulação de ratas senescentes no período da periestropausa. Materiais e Métodos: Trinta ratas Wistar fêmeas com irregularidades no ciclo estral e adesão ao exercício físico foram distribuídas nos grupos não treinado (NT) e treinamento resistido (TR; subida em escada 3x/semana/4 meses). Antes do período de treinamento, aos 17 meses de idade, os animais foram submetidos aos testes de deambulação, labirinto em cruz elevado (LCE), campo aberto e reconhecimento de objetos. Os mesmos testes foram repetidos no final do período de treinamento, quando os animais atingiram 21 meses de idade (Grupos 21Me/NT e 21Me/TR). Análises bioquímicas e histológicas foram realizadas no hipocampo desses animais Resultados: As ratas do grupo 21Me/NT apresentaram diminuição do comprimento e aumento na largura da passada em relação aos seus índices com 17 meses. Entretanto, as ratas que realizaram o TR exibiram alterações nos componentes da marcha, com aumento do comprimento e diminuição da largura da passada, após o período de TR (grupo 21Me/TR). Em termos de memória, o teste de reconhecimento de objetos indicou potencial melhora cognitiva nas atividades em animais 21Me/TR, com interação da intervenção x idade. Essa resposta foi significante em comparação aos animais do grupo 21Me/NT, que apresentaram declínio na capacidade de memória. Os dados obtidos no LCE evidenciaram diferença significante em relação a idade dos animais. Marcadores de estresse oxidativo sugeriram resposta equilibrada, caracterizada como hormese, juntamente com aumento da atividade da enzima citrato sintase e marcação dos corpúsculos de Nissl no grupo 21Me/TR em células do hipocampo. Conclusão: A realização do TR no período da periestropausa contribuiu para prevenir e atenuar o declínio das habilidades funcionais e cognitivas, do equilíbrio redox e da neuroplasticidade em ratas senescentes. O TR proporcionou benefícios à saúde, como melhora da força e potência, porém, seu impacto direto na ansiedade não foi muito pronunciado. Estes resultados mostram implicações importantes do TR na prevenção do declínio funcional e cognitivo, bem como no manejo de condições neurológicas associadas ao comprometimento da memória. |