Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Villela, Ana Lucia Bonini [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/89860
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Resumo: |
Com aumento do comércio internacional e o avanço da tecnologia, houve um grande crescimento do consumo em todos os sentidos, principalmente o consumo de energia. Por isso, nunca se falou tanto na busca de alternativas para o petróleo do que nos dias atuais. O etanol surge, neste contexto, como um combustível viável para atender às necessidades globais. E nesse sentido, o setor sucroalcooleiro brasileiro atrai recursos de investidores de várias partes do mundo, principalmente por meio das empresas multinacionais, que buscam encontrar novos mercados novas tecnologias e o suprimento de novas necessidades através da atuação além das fronteiras. Este processo de internacionalização e procura por novos desafios, combinados com a crescente desregulamentação da economia e com uma maior sofisticação dos mercados financeiros, faz com que instrumentos econômicos e jurídicos, até então tradicionais, tornem-se insuficientes e incapazes de acompanhar e regulamentar todo esse movimento de recursos. Este estudo apresenta as operações de joint ventures como alternativas viáveis para a realização de investimentos estrangeiros no Brasil, com foco direcionado ao setor da agroindústria canavieira, devido a sua flexibilidade e facilidade de constituição, que as fazem estar em contínua e permanente evolução. São listadas as principais características das operações, seus aspectos positivos e negativos, bem como casos concretos de joint ventures estabelecidas no país entre empresas nacionais e estrangeiras. O investidor tem imenso interesse nesse novo combustível, que desponta como um dos fortes substitutos para o petróleo, e deseja alocar seus recursos em algo que seja certo e que, principalmente, traga lucros. Igualmente, deve ser considerada a longevidade desse tipo... |