Utilização de técnicas de engenharia de tecidos para validação do uso do scaffold de Quitosana em ampliação vesical de coelhos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Silva, Regina Avelina de Moraes da [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/88081
Resumo: Levando-se em consideração avanços tecnológicos na área médica, a engenharia de tecidos (ET) surgiu como um capítulo do livro da Medicina Regenerativa a qual se caracteriza pelo desenvolvimento e manipulação de moléculas, células, tecidos, ou órgãos, desenvolvidos em laboratório, para apoiar ou substituir a função de partes do corpo defeituosas ou danificadas. Dentre os principais desafios está a abordagem dos chamados biomateriais ou scaffolds, que atuam como substratos adesivos para as células implantadas, propiciando suporte físico tridimensional e auxílio no crescimento de um tecido organizado, como é o caso do polímero constituído de quitosana. A quitosana é um polissacarídeo derivado da quitina, o qual apresenta propriedades inerentes dos biomateriais, sendo aqui apresentado sob a forma de membrana. Assim, foram aliadas técnicas derivadas da biotecnologia para a viabilização do uso desse biomaterial, in vivo, à demanda existente por alternativas visando restabelecer as funções vesicais para então,posteriormente, se constituir a materialização da Ampliação vesical. Propor o interfaceamento das áreas de urologia e de Engenharia de Tecidos visando à aplicabilidade do scaffold de quitosana em bexiga. Padronizar critérios necessários para o devido emprego da membrana in vivo. Foram produzidos dois grupos de membranas divididos em três subgrupos cada, elencados em função da concentração de ácido usado para diluição do polímero, quantidade de quitosana em gramas e acréscimo ou não de fatores de crescimento de plaquetas, sendo os subgrupos diferenciados pela denominação “Membranas não Dopadas” e “Dopadas”. Amostras de células de tecido muscular liso de bexiga foram retiradas de coelhos e submetidas a testes de caracterização por imunocitoquímica (ICQ) e citometria de...