Consumo e custo de energia elétrica em feijão (Phaseolus vulgaris L.) irrigado, afetado por quatro métodos de manejo de irrigação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Rizzatti, Gilcileia dos Santos [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/100848
Resumo: A irrigação é responsável por grande parte do consumo de energia elétrica no meio rural. O correto manejo da irrigação evita o desperdício de energia elétrica e de água. O objetivo deste trabalho foi analisar o consumo e custo de energia elétrica em cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) IAC-Carioca, irrigado por aspersão convencional, submetido a quatro manejos de irrigação: T1 – irrigação em função do método do tanque “Classe A”; T2 – irrigação em função da umidade do solo, medida com tensiômetros; T3 – irrigação em função do método de Penman-Monteith; T4 – irrigação em função da razão de Bowen; comparados com o tratamento T5 – sem irrigação, após o estabelecimento da cultura, em dois anos 2009 e 2010. A pesquisa foi desenvolvida na Área Demonstrativa e Experimental de Irrigação - ADEI, da FCAV/UNESP, Câmpus de Jaboticabal – SP, Brasil. O consumo de energia elétrica do sistema de irrigação foi monitorado e o custo analisado para dois grupos tarifários: A e B. Os preços do kWh dos sistemas tarifários de energia elétrica foram obtidos na CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz). O sistema tarifário Grupo B, com desconto especial para irrigantes no período noturno foi a opção mais adequada para a cultura do feijoeiro, nos dois anos estudados. Em 2009, o consumo e o custo de energia elétrica foram maiores no manejo da irrigação pelo método do tanque “Classe A”; em 2010 o consumo e o custo de energia elétrica foram maiores no manejo da irrigação por tensiometria. Observou-se uma tendência de maior retorno econômico, adotandose o manejo de irrigação pelo método do tanque “Classe A”.