Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Gonçalves, Raphael Sigolo Ruas |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/204955
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Resumo: |
Cada vez mais as instituições têm voltado sua gestão para o Gerenciamento de Processos de Negócios (BPM), com visão de processos de negócios em atualização a uma visão departamentalizada, porém essa mudança de perspectiva carrega alguns desafios entre eles a priorização de processos a ser melhorados a cada ciclo. Esta pesquisa se vale dos conceitos de definição de indicadores presentes na literatura e da ferramenta do Analytic Hierarchy Process (AHP) para a ordenação de alternativas capaz de agregar julgamentos individuais de vários tomadores de decisão, para ciar uma modelo de ordenação de processos a serem priorizados na primeira fase do BPM. Em busca deste objetivo foi necessário propor um modelo sistemático de definição de Indicadores de Desempenho de Processo (PPIs) e Indicadores Chave de Desempenho (KPIs) para servir como critérios no modelo de ordenação do AHP. Para a definição de indicadores a pesquisa utilizou dados de toda base de processos já modelados e catalogados junto a um grupo de trabalho para modelagem e otimização do fluxo de processos da UNESP, bem como, de reuniões com grupo selecionado de funcionários de diversos setores e câmpus da UNESP, que diante dos processos modelados e das categorias de PPIs encontrados propuseram a formulação de KPIs que pudessem sintetizar cada categoria de PPI, e ser utilizada como critério no modelo de decisão do AHP. O modelo foi testado em um conjunto de processos da Seção Técnica de Materiais e da Seção de Apoio ao Ensino Pesquisa e Extensão, duas seções que já haviam mapeado parte de seus processos. A uniformização de indicadores facilitou sua ordenação em diferentes níveis hierárquicos, tornando assim teoricamente possível que cada unidade da Universidade tenha uma ordenação dos seus processos de acordo com o julgamento de importância de seu corpo gestor, bem como a UNESP Reitoria agregar os julgamentos de cada unidade aos julgamentos da gestão reitoral e obter assim uma visão geral dos desempenhos dos processos de negócios na universidade, sendo assim um modelo generalista de ordenação de processos. |