Colaboração do desenho manual na manutenção da capacidade cognitiva de idosos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Fabio, Deborah Regiane [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/149968
Resumo: Este trabalho trata-se de um estudo realizado no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Design da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”. Ao ministrar aulas de desenho para idosos na Universidade Aberta à Terceira Idade (UNATI), surgiu o interesse pela comprovação cientifica do que já havia sido verificado de modo empírico, ou seja, a melhoria da percepção, traço, entendimento e criatividade dos alunos durante as atividades. Os pressupostos teóricos que nortearam esta investigação foram: pesquisa bibliográfica orientada a quatro principais tópicos – desenho, idoso, cognição e design. E pesquisa de campo de cunho qualitativo, realizada em um instituto de longa permanência de idosos. Tem como objetivo, verificar por meio do ensino prático do desenho manual o melhoramento das atividades cognitivas do idoso. Aperfeiçoando a concentração, raciocínio, reflexão e imaginação. Tal pesquisa se torna relevante devido ao crescente número de idosos na população. A senescência pode comprometer a percepção, sobre tudo a visão, audição e equilíbrio. Tais declínios podem gerar consequências psicológicas e sociais, além de poder interferir no desempenho de atividades intelectuais. Autores afirmam que o trabalho artístico nesta fase é importante para despertar a criatividade, além de ser capaz de promover o resgate da qualidade de vida do idoso que se apresenta sentimentalmente mais frágil nesta fase.