Simulação de fluxo superficial na bacia hidrográfica do rio São Domingos - SP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Simedo, Mariana Bárbara Lopes [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/150375
Resumo: É de grande importância à análise do ecossistema nas bacias hidrográficas, no que se refere à topografia, ao solo, ao uso do solo e às características físicas, no intuito de aprimorar o conhecimento da complexidade do sistema, no que tange aos processos hidrológicos que ocorrem. Este trabalho teve como objetivos analisar as características morfométricas dimensionais, simular o fluxo superficial da água (vazão) pelo cálculo de regionalização de variáveis hidrológicas - DAEE; e analisar a vazão e a qualidade da água nas microbacias do rio São Domingos. A bacia hidrográfica do rio São Domingos tem uma área de aproximadamente 854 km2 e foi selecionada para esse estudo por abastecer vários municípios do estado de São Paulo. Para tanto, foram utilizadas as técnicas de sensoriamento remoto, sistema de informação geográfica, análise estatistica e levantamento de dados de vazão em modelos hidrológicos. As características morfométricas, do uso e ocupação e das unidades de solo predominante na bacia hidrográfica do rio São Domingos foram analisadas. A metodologia de regionalização de variáveis hidrológicas - DAEE é uma ferramenta eficiente para simulação de vazões plurianuais e Q7,10 em bacias hidrográficas. Os dados de vazões observados dos postos fluviométricos do DAEE no rio São Domingos apresentaram valores diferenciados de acordo com a pluviometria registrada em cada município. A microbacia do Córrego Olaria apresentou maior vazão em áreas de mata nativa em relação à área agrícola com reflorestamento não consolidado. A qualidade da água difere em cada nascente e está relacionada aos usos do solo ou do estado de conservação das bacias hidrográficas.