Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Cabral, Bruna Raniel Vieira Pinto |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/183359
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Resumo: |
O objetivo foi analisar os efeitos da suplementação do extrato hidrossolúvel de soja (EHS) ou castanha-do-Brasil nos fêmures de ratos Wistar idosos. Foram utilizados 27 ratos, com 570 dias, distribuídos em 3 grupos: grupo controle (C) (n=8) recebeu dieta padrão; grupo suplementado com extrato hidrossolúvel de soja (S) (n=9) (300 mL/dia); grupo (B) (n=10), oferecida 1 unidade de castanha-do-Brasil (±3,7g) por animal/dia. O experimento teve duração de 30 dias e ao final os ratos foram eutanasiados com 600 dias de idade. Foram analisadas: a massa corporal semanalmente (g), a ingestão de ração (g) e de água (mL) diariamente, foram feitas análises biofísicas, bioquímicas e hormonais das amostras (sangue, fêmur, gordura visceral, testículos e glândulas sexuais acessórias) colhidas no pós-morte. Os animais do grupo S e B consumiram menos ração quando comparados com o C. O grupo S consumiu menos água em relação ao controle. Em relação as concentrações dos hormônios (insulina, leptina, LH, testosterona) entre os grupos, estes não apresentaram diferença estatística significativa. Não houve diferença na densitometria e microtomografia óssea, mas a região da cabeça do fêmur dos ratos do grupo B apresentaram maior resistência (p=0,04) (B 151±15N, C 112±37N, S 137±37N). Os fêmures do grupo controle possuíram menor concentração de fosforo (p=0,03; 15±1%) comparados com os do S 16±1% e B 16±1%. Conclui-se que a ingestão de EHS não interferiu no metabolismo ósseo, mas o consumo da castanha-do-Brasil resultou em maior resistência óssea da região da cabeça do fêmur, concentração de fósforo e hipertrofia das glândulas sexuais acessórias. |