Terapêutica medicamentosa em odontologia: antibióticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Faco, Eduardo Francisco de Souza [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/88950
Resumo: A descoberta de um medicamento capaz de inativar bactérias ou até mesmo destruílas foi de extrema importância para as diversas áreas da saúde, entre elas a odontologia. Com o uso dos antibióticos, foi possível conseguir a cura e a prevenção de inúmeras doenças infecciosas, a partir de sua utilização terapêutica e profilática. A realização de antibioticoterapia em odontologia é muito bem estabelecida, devido à grande quantidade e diversidade de agentes bacterianos pertencentes à microbiota bucal normal. Eventualmente, causam bacteremias pela má higienização do paciente iniciadas por cáries ou periodontites, processos patológicos inerentes à cavidade bucal e intervenções realizadas pelo cirurgião dentista. Entretanto alguns tópicos permanecem controversos, como a utilização de profilaxia antibiótica no pré-operatório de determinados procedimentos odontológicos, se esta profilaxia deve se estender no período pós-operatorio e por quanto tempo; a posologia do fármaco; e qual o antibiótico de escolha em cada situação já que muitas variáveis podem influenciar por exemplo a idade do paciente, a presença de alguma patologia de base como doença hepática ou renal, a presença de resistência bacteriana à um determinado antibiótico, o local onde está ocorrendo a infecção e qual os micrrorganismos prevalentes e o mecanismo de ação do antibiótico. O objetivo deste trabalho é descrever os tópicos acima citados de forma prática para que o uso da antibioticoterapia se torne mais específico e efetivo nas infecções odontogênicas e nos procedimentos mais freqüentes na cavidade bucal.