Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Castanheira, Luiz Batista [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/102929
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Resumo: |
Esta pesquisa apresenta uma análise qualitativa da densidade e da intensidade da atividade fotossintética da vegetação com possíveis consequências no fluxo de carbono na região da Floresta Estadual “Edmundo Navarro de Andrade” (FEENA), por meio da variação do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI). A FEENA é uma Unidade de Conservação e tem sua maior parte contida na área do município de Rio Claro. A cidade de Rio Claro está localizada no Centro-Leste do Estado de São Paulo, entre as coordenadas 22°05’ de Latitude Sul e 47°55’ de Longitude Oeste de Greenwich. Na análise, foram utilizadas imagens do sensor TM Landsat 5 de 1985 a 2011 e dados de temperatura e pluviosidade no mesmo período nessa região. A análise levou em consideração medidas da Estatística Descritiva de tendência central e de dispersão do NDVI e das variáveis meteorológicas, além de curvas de tendência e correlação. Foram utilizados, como ferramentas, Sistemas de Informações Geográficas (SIG), e planilhas eletrônicas. As médias da série temporal do NDVI da FEENA apresentaram amplitude total 0,05 e média geral 0,67. Esses valores indicam que a Floresta manteve nesse período alta densidade e alta intensidade da atividade fotossintética de sua vegetação. Em função disso, pode-se sugerir que ocorreu variação positiva do sequestro de carbono da atmosfera na região. Nesse período a temperatura e a pluviosidade apresentaram comportamento similar em todos os anos. No entanto, não há correlação linear entre a temperatura e o NDVI, tão pouco entre a pluviosidade e o NDVI da FEENA |