Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Frederico Fonseca Galvão de [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/102932
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Resumo: |
Este trabalho objetiva identificar analiticamente os impactos ambientais negativos e determinar, a partir de modelos empíricos, em escala de 1:25.000, os graus de vulnerabilidade ambiental existentes no litoral sul do Estado do Rio Grande do Norte. Os resultados dos impactos foram obtidos mediante a proposição de metodologias de geoprocessamento específicas para cada impacto. A distribuição das diferentes classes de vulnerabilidade ambiental foi determinada a partir de modelamentos por álgebra de mapas. Os impactos ambientais analisados configuram-se nos campos de dunas, manguezais, faixas de praia e remanescentes florestais de Mata Atlântica. Quanto às dunas, o mapeamento indicou que 48,24% da área têm uma magnitude de impacto classificada como muito fraca. Contudo, o que preocupa é que os locais onde a magnitude do impacto é muito forte são exatamente as áreas com maior vulnerabilidade ambiental. Atualmente o maior avanço da carcinicultura ocorre em áreas que não são de manguezais, mas em sistemas ambientais associados. As faixas de praia podem se diferenciar quanto ao seu comprometimento ambiental, pois a capacidade de suporte aos impactos desses ambientes varia em função de suas características geoambientais. Apesar de os fragmentos florestais de Mata Atlântica apresentarem predominância de áreas muito irregulares (60,39%), muito pequenas (64,08%), com proporção de borda de 54,34%, má distribuição de sua densidade (setor sul) e circundados por cana-de-açúcar e áreas campestres (72,04%), eles ainda são responsáveis pelo controle geossistêmico e ecológico da área. Quanto à vulnerabilidade ambiental, verificou-se de que mais de 80% da área é classificada como de baixa e moderada vulnerabilidade. Isso mostra que, de acordo com o método aplicado e com os... |