Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2006 |
| Autor(a) principal: |
Dantas, Alexandre [UNESP] |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Tese
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/106275
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Resumo: |
Busca-se, em termos gerais, a discussão de como a violência perpassa e intervém na programação de um meio de comunicação em específico: a televisão. Para tal proposta, o caminho seguido passa, necessariamente, pela delimitação conceitual- a mais ampla possível - do termo violência. Tal amplitude do conceito obriga a sua relação com o fenômeno da Globalização bem como com as questões ideológicas presentes em tal fenômeno. Visto que a idéia geral da Tese mostra a necessidade da relação entre violência e televisão, esta última merece especial destaque, seja enquanto um elemento fundamental conformador da mídia, seja enquanto sua construção e constituição como um meio de comunicação essencial no Brasil, principalmente a partir dos anos 1970, seja enquanto um indispensável instrumento ideológico. Exatamente por esse último fator, deve-se, em primeiro lugar, diferenciar os conceitos entre violência e criminalidade para, posteriormente, se entender que tal equação se constitui em um consenso forjado, e que, por isso, entre outras coisas, sua compreensão e aceitação favorecem a divulgação da chamada dramatização da violência, mediante a qual a televisão estimula os medos da sociedade, propagandeando uma violência, por vezes distorcida, em grau exacerbado. Além disso, para reforçar ainda mais a relação contida entre violência e televisão, há, nesta Tese, a investigação do conteúdo da programação televisiva brasileira em um período específico, o que demonstra resultados, por vezes, surpreendentes e alarmantes. Condição que se agrava a partir do instante em que se analisa, mediante um outro conjunto de dados, o tempo que, por exemplo, as crianças, em uma situação específica, disponibilizam seu tempo livre em frente à televisão. |