Cana-de-açúcar in natura e queimada ensilada com cal virgem e diferentes tempos após a queima

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Roth, Anna Paula de Toledo Piza [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Cal
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/96577
Resumo: Foram realizados dois experimentos, objetivando-se avaliar a composição química antes e após a abertura das silagens, as perdas ocorridas durante a fermentação e a estabilidade aeróbia de silagens de cana-de-açúcar. No primeiro experimento as avaliações foram realizadas em silagens de cana-deaçúcar ensilada em diferentes tempos após a queima do canavial, nos dias 1, 5, 10, 15, 20, 25 e 30 após a queima a forragem foi colhida. Observou-se que com o decorrer do tempo após a queima houve redução no teor de sacarose (16,42% para 13,44%), ocorrendo a sua inversão com conseqüente aumento nos teores de açúcares redutores (0,57% para 1,06%). A população de leveduras na cana-deaçúcar antes da ensilagem aumentou com o decorrer do tempo após a queima de 4,76 para 6,59 log UFC/g de forragem. Avaliadas as variáveis matéria seca (MS), fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA) na forragem fresca, observou-se maiores perdas após 21 dias da queima. Avaliando os parâmetros fermentativos, perdas por gás (PG), recuperação de matéria seca (RMS), variação da matéria seca (VMS) e fibra em detergente neutro (VFDN), a máxima RMS, as menores VMS e VFDN e PG pode ser observada no 15° dia após a queima. No pós-abertura, observou-se que quando ensilada forragem de melhor qualidade, menor foi à estabilidade aeróbia, indicando maior susceptibilidade da massa após a abertura a degradação microbiana. Concluí-se que o tempo máximo para ensilar um canavial queimado, seria de 15 dias após sua queima, para que não ocorram maiores perdas. No segundo experimento as avaliações foram realizadas em silagens de cana-de-açúcar in natura e queimadas com adição de doses crescentes (0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0% na matéria natural) de cal virgem micropulverizada. Observou-se elevação nos teores de matéria mineral (2,29% para 10,74%) e redução...