O desenho e a trilha interpretativa como instrumentos de percepção e interpretação da paisagem urbana no ensino de Geografia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Francisco, Débora Lopes [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/95613
Resumo: Esta pesquisa, realizada no campo do ensino de Geografia, tem como objetivo demonstrar uma experiência de ensino baseada no uso do desenho e da trilha interpretativa com alunos do 7° ano do Ensino Fundamental II, em uma escola particular em Ribeirão Preto – SP, realizada no ano de 2006. Inicialmente, buscamos evidenciar, a partir dos estudos de Vigotski, a concepção de indivíduos. Posteriormente, fizemos uma caracterização desses indivíduos no contexto da sociedade urbana contemporânea e dos territórios que ocupam na cidade de Ribeirão Preto, utilizando-nos da amostragem dos desenhos, documentos de análise da cidade, como expressão das percepções dos indivíduos. Por meio de uma ação dialógica estabelecida com os alunos, a partir de uma abordagem mais focada na análise sistêmica da paisagem, os desenhos foram projetados em transparência no retroprojetor e analisados através de uma metodologia de leitura da paisagem, entendida como trama, em que figuram muitos elementos colaborando com um sentido. Superada a etapa de ensino, caracterizada pelo uso dos desenhos, optamos por realizar a trilha interpretativa como nova ação necessária para garantir uma compreensão mais significativa da cidade, aproximando os conteúdos da cidade subjetiva com os da cidade objetiva. Para isso, tomamos como objeto de estudo o Quadrilátero Central da cidade de Ribeirão Preto (SP), Brasil, recorte intraurbano significativo de ensino para o grupo de indivíduos envolvidos na experiência, ao fazermos uma caracterização geral, a partir do levantamento bibliográfico em relação à natureza física, histórica e geográfica, bem como de inúmeras fontes iconográficas que subsidiaram a produção. Por fim, caracterizou-se a cidade de Ribeirão Preto pelas análises de sua paisagem urbana, delimitada pelo percurso da trilha...