Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Jonatan Alexandre de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/194390
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Resumo: |
A tese tem como objetivo avaliar o desempenho do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) e Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE) no Estado de São Paulo, Brasil. Aborda-se no primeiro momento as políticas públicas europeias, para, em seguida, relacionar com o processo de construção de políticas públicas para agricultura familiar no Brasil entre 1996 e 2016. Na primeira parte da tese analisa-se os dados em escala nacional, levando em consideração as cinco regiões geográficas brasileiras. A segunda etapa, consiste na principal contribuição da tese, uma avaliação específica sobre as interações entre políticas públicas para agricultura familiar com a realidade agrária e socioeconômica do Estado de São Paulo entre 2011 e 2016. Através das variáveis analisadas foi realizado diagnostico dos 645 municípios paulistas. Em seguida, estes dados foram relacionados com o desempenho do PRONAF, PAA e PNAE entre 2011 e 2016. Através da análise exploratória multivariada, verificou-se quais variáveis estão correlacionadas com o desempenho dos Programas. Conclui-se que os Programas apresentaram correlação com as RAs menos desenvolvidas, Presidente Prudente, Registro, Itapeva, Sorocaba, São José do Rio Preto, Bauru e Marília. Sobretudo, se considerarmos a correlação proporcional entre 0.7 e 1 e inversa -0.7 e -1, com as variáveis IDH, PIB, população pobre, população em extrema pobreza, participação da agricultura familiar, produção agrícola, grau de instrução, uso da área agrícola, integração técnico-científica e estrutura fundiária. Levando em conta as intenções expressas formalmente na criação dos programas, em especial aquela de procurar atender os agricultores vulneráveis, as análises estatísticas apontam que a mesma apresentou correlação com a realidade agrária e socioeconômica das RAs mais vulneráveis. Embora os recursos dos programas e o número de agricultores ainda sejam reduzidos em relação ao seu público potencial. |