Avaliação de processos de degradação de corantes dispersos por técnicas eletroquímica e fotoeletroquímica usando eletrodos de Pt, filmes finos e nanotubos de 'TI'/'TIO IND. 2' e bicomponentes 'W'/'WO IND. 3'/'TIO IND. 2'

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Osugi, Marly Eiko [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/105732
Resumo: O comportamento eletroquímico de três corantes dispersos, Vermelho Disperso 1, Laranja Disperso 1 e Vermelho Disperso 13 foi investigado em N,N-dimetilformamida usando tetrafluorborato de tetrabutilamônio como eletrólito de suporte. O grupo nitro dos corantes é reduzido em potenciais de -0,85 V, -0,79 V e -0,69 V, respectivamente, para os corantes Vermelho Disperso 1, Laranja Disperso 1 e Vermelho Disperso 13. A oxidação do grupo amino, também presente nos corantes investigados, ocorre, respectivamente, em potencial de 0,95 V, 0,90 V e 1,0 V e promove a clivagem do grupo azo. Devido à toxicidade e mutagenicidade destes corantes, analisada pelos testes de citotoxicidade em células humanas embrionárias HEK293 e de Ames, respectivamente, investigou-se no presente trabalho novos métodos de degradação dos mesmos em meio aquoso usando o agente dispersante comercial “Emulsogen” por meio de tratamento com cloro ativo (cloração convencional) e fotoeletroquimicamente pela geração de radicais cloro “in situ” sobre eletrodos nanoparticulados de Ti/TiO2, preparados pelo método sol-gel, em NaCl 0,1 mol L-1. A oxidação fotoeletrocatalítica, sobre eletrodos nanoparticulados de Ti/TiO2 em NaCl, mostrou-se mais eficiente quando comparada à cloração convencional, tanto na descoloração que promoveu 100% de remoção de cor, quanto na mineralização dos mesmos (até 60% de remoção de COT). A mutagenicidade dos corantes estudados foi drasticamente reduzida após tratamento fotoeletroquímico. No entanto, a cloração convencional não foi eficiente para total remoção da atividade mutagênica dos corantes, observando-se, ainda, um aumento para o corante Vermelho Disperso 13. A degradação também foi investigada sobre eletrodos de nanotubos de Ti/TiO2, preparados pelo método de anodização eletroquímica...