Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Roat, Thaisa Cristina [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/100545
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Resumo: |
Apis mellifera é um organismo de grande interesse para estudos neurobiológicos, pois além de apresentar um cérebro estruturalmente simples, se comparado ao dos vertebrados, apresenta características próprias relacionadas ao comportamento social, com capacidade de memória e aprendizagem. As colônias destas abelhas são constituídas por machos e fêmeas, as fêmeas dividindo-se em duas castas, operárias e rainhas. Sabendo-se que as castas e os machos de A. mellifera apresentam morfologia, fisiologia e padrões comportamentais bastante distintos que, por sua vez, estão, em boa parte representados no polimorfismo cerebral, o presente trabalho visou desvendar como essas diferenças se estabelecem a partir do cérebro larval, basicamente igual para todos. Sendo A. mellifera uma espécie holometábola a transformação das estruturas larvais para as dos adultos ocorre durante a metamorfose, ou seja, durante a pupação. Para melhor compreensão, o estudo iniciou-se com a caracterização das diferenças morfológicas entre os cérebros de operárias, rainhas e machos recém emergidos. A partir da verificação de quais eram as estruturas que mais se diferenciavam entre as classes de indivíduos que compõem a colônia, foram escolhidas para ter sua diferenciação acompanhada os corpos pedunculados, os lobos ópticos e a pars intercerebralis no protocérebero e os lobos antenais no deutocérebro. Dessas estruturas foi feito um estudo comparativo entre operárias, rainhas e zangões usando preparações para microscopia de luz, mensurações da área ocupada por alguns de seus componentes, estudos estruturais de outros, bem como uma estimativa das taxas de multiplicação, e mortes celulares com técnicas citoquímicas e imunocitoquímicas. Esses estudos foram iniciados com larvas no último estágio larval... |