Adolescentes e jovens... em ação!: um estudo sobre os aspectos psíquicos e sociais que envolvem a educação do adolescente hoje

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Pratta, Márcia Aparecida Bertolucci [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/90343
Resumo: A presente pesquisa partiu das inquietações surgidas da experiência da pesquisadora enquanto Diretora do Setor de Saúde do município de Descalvado sobre as manifestações do fenômeno da adolescência na contemporaneidade. Esse fenômeno pode ser percebido através das crescentes manifestações de indisciplina, violência, desinteresse e consumo de drogas que a população jovem vem apresentando. Neste contexto, encontramos na população adolescente, formas de atuação, que denunciam as condições precárias de individuação desses jovens, uma vez que os mesmos se lançam em situações limite. Essa atuação do adolescente é entendida, na maioria das vezes, como patológica e ameaçadora, provocando a exclusão dessa população. A partir dessas observações optei por entender os aspectos psíquicos e sociais que estavam conduzindo os jovens para essas situações. Para tanto foi utilizada a Psicanálise - e seus contemporâneos - como fundamentação para uma pesquisa bibliográfica iluminada por alguns depoimentos de adolescentes que foram destacados ao longo do contato da pesquisadora com grupos de adolescentes do Município de Descalvado (São Paulo). O objetivo do estudo consistiu em buscar uma fundamentação teórica que permitisse a articulação das questões internas (subjetivas) e externas (culturais), que têm levado o adolescente ao ato/atuação, seja contra si mesmo, seja contra a sociedade. Pretende-se ainda pensar em que medida a educação não formal (social, saúde) poderia se articular com a educação formal no sentido de permitir que o adolescente encontre seu lugar na sociedade, sem contudo, arrombá-la...