Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Lobo, Rodrigo Cortopassi Goron
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Orientador(a): |
Reis, Dálcio Roberto dos
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Positivo
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Administração
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Departamento: |
Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/1990
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Resumo: |
É senso comum na Academia e nos ambientes organizacionais que a inovação é crítica para a evolução e desenvolvimento dos negócios e que a falta da inovação pode dissipar a vantagem competitiva de uma organização. Esta situação se torna ainda mais grave com o desconhecimento por parte das próprias organizações sobre as circunstâncias que levam à interrupção do ciclo da inovação. O presente trabalho de pesquisa visa apresentar uma solução para este problema, através da identificação do processo de gestão da inovação dentro de organizações, com vistas a apontar o que leva a uma possível interrupção do ciclo da inovação. Foi desenvolvido a partir de um estudo compreensivo de natureza exploratória e qualitativa, para o qual foi utilizado o método de estudos de caso múltiplos com a aplicação de um modelo taxonômico hierárquico, que fundamentou a construção e análise de redes semânticas derivadas do levantamento empírico. O resultado foi a caracterização de direcionadores para a interrupção do ciclo da inovação, revelados em dois grupos de organizações: o primeiro, Grupo Alfa, composto por organizações majoritariamente reativas ao mainstream da indústria, e o segundo, Grupo Beta, composto por organizações proativas em relação ao mainstream. Os direcionadores constituem as motivações para a interrupção do ciclo, que para o Grupo Alfa foram a percepção que os produtos ou atividades não terão um retorno financeiro adequado (insuficiência do business case); o cumprimento de regulamentações se sobrepondo à performance superior; o cumprimento constante de metas regulatórias inibindo a inovação e o avanço tecnológico; a concentração das decisões sobre inovação em um grupo pequeno de pessoas; a governança conservadora. Para o Grupo Beta as motivações foram o potencial aprisionamento em processos existentes (manutenção do status quo); uma fraca gestão de portfólio tecnológico e P&D; o colapso dos fatores associados à inovação; o “colesterol institucional”; a acomodação em um modelo consagrado e/ou de grande sucesso comercial; e a desvinculação de uma mentalidade inovadora. |