Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Martins, Bruno Damas
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Orientador(a): |
Prates, Rodolfo Coelho
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Positivo
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Administração
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Departamento: |
Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/3010
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Resumo: |
O mercado de geotecnologias evoluiu nos últimos anos muito além dos aspectos tecnológicos, e oferta uma vasta gama de atividades, sejam elas de produtos e/ou de serviços. O foco do presente trabalho está direcionado para empresas brasileiras especializadas em comercialização de produtos (hardwares e softwares), precisamente, trata-se das empresas que formam o duopólio das empresas de produtos premium no mercado nacional. No entanto, nos últimos anos, novos players têm ingressado nesse mercado, principalmente empresas distribuidoras de produtos chineses, sendo que esses produtos não possuem o mesmo nível tecnológico embarcado do que os produtos premium, e estão focados em ofertar bens com baixo preço ao mercado. As empresas premium têm sofrido forte influência devido à entrada dos produtos de segunda linha no mercado nacional e, devido a esse ambiente duopolista, concentrado e de forte competitividade, as decisões estratégicas de uma empresa afetam a outra e vice versa. Portanto, o objetivo desse trabalho é o de analisar a decisão estratégica de incorporação de produtos de segunda linha ao portfólio das empresas que formam o duopólio de geotecnologias premium, frente a cenários competitivos de interação e risco, através de uma metodologia que adota os pressupostos da Teoria dos Jogos. Embora a atuação no mercado de produtos de segunda linha aparentemente se mostre atrativo, os resultados da pesquisa concluem que a incorporação é desfavorável na maior parte dos cenários construídos, devido às condições dadas pelo mercado, incluindo possíveis penalizações impostas pelas empresas matrizes. Além do mais, percebe-se que as decisões estratégicas devem se posicionar em estratégias opostas. |