Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Sousa, Delvane José de |
Orientador(a): |
Cano, Maria Aparecida Tedeschi
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Banca de defesa: |
Bittar, Cléria Maria Lobo
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Laus, Ana Maria
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade de Franca
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Mestrado em Promoção de Saúde
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Departamento: |
Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/589
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Resumo: |
Com o intuito de introduzir práticas humanizadas nos ambientes de saúde, o Ministério da Saúde lançou em 2002, a Política Nacional de Humanização (PNH) que visa à reorganização dos processos de trabalho em saúde, propondo transformações nas relações sociais, que envolvem trabalhadores e gestores na organização e condução de serviços. O objetivo desta pesquisa foi estimar a satisfação relatada pelos enfermeiros de um hospital universitário quanto à humanização do trabalho hospitalar, mediante as diretrizes do PNH. Os dados foram coletados através de questionário estruturado em quatro partes: dados sociodemográficos, nível de informação dos enfermeiros sobre a PNH, Escala Likert e sugestões. Foram distribuídos entre os enfermeiros 78 questionários, dos quais 71 retornaram ao pesquisador. Os dados receberam tratamento estatístico através das técnicas descritivas, análise fatorial e sugestões. Dos respondentes, 82% dos enfermeiros pertenciam ao sexo feminino e 75% estavam na faixa etária dos 20 aos 29 anos. Ao rotacionar as variáveis, as seguintes categorias de fatores apareceram por ordem de variância: (1) Direito a participação, apoio da gerencia, flexibilidade na condução do trabalho, comunicação e educação permanente; (2) a sinalização do ambiente, identificação dos profissionais, respeito a privacidade, comunicação e orientação ao usuário; (3) a formação profissional, serviços ofertados a população e o material disponibilizado para o trabalho; (4) satisfação relatada com a realização profissional, recompensa recebida e condições gerais de trabalho; (5) Condições ambientais de trabalho (higiene e segurança); (6) o modelo de gestão e equipamentos disponibilizados; (7) a agilidade no atendimento e confiança no serviço; (8) número e rotatividade dos profissionais. O estudo facilitou a compreensão das percepções dos profissionais sobre a humanização das condições de trabalho no ambiente hospitalar, possibilitando uma reflexão. O conhecimento desta realidade pode contribuir com sugestões para as inovações na gestão, voltado para as reais necessidades dos enfermeiros, assegurando ao profissional um espaço imprescindível na humanização da assistência no ambiente hospitalar. |