Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Andrade, Isabella de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/51876
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Resumo: |
A comercialização de pellets como produto de exportação, exige a adequação de sua qualidade para atendimento às normas internacionais e, neste sentido, o prétratamento, como a torrefação da biomassa in natura pode ser um caminho. O objetivo do presente estudo foi avaliar o potencial energético dos pellets produzidos a partir de uma mistura de resíduos de madeiras amazônicas, torrefadas, em duas temperaturas diferentes: 200°C e 275°C. Foi utilizada uma mistura de resíduos de seis diferentes espécies de madeiras tropicais (Peltogyne lecointei Ducke, Martiodendron elatum (Ducke) Gleason, Handroanthus incanus (A.H.Gentry) S.Grose, Dipteryx odorata (Aubl.) Willd., Allantoma decandra (Ducke) S.A. Mori et al. e Erisma uncinatum Warm). As blendas de biomassa foram torrefadas em duas temperaturas, 200 e 275°C, com taxa de aquecimento de 5°C/min e tempo de residência de 60 e 30 minutos, para cada temperatura, respectivamente. A biomassa torrefada foi posteriormente peletizada a uma taxa de alimentação da peletizadora que variou entre 10 e 15% da velocidade máxima da peletizadora, durante o processo. Foi verificada a influência da torrefação nas características mecânicas e energéticas dos pellets produzidos, a partir das avaliações das propriedades da norma ISO 17225-8 para este tipo de biocombustível. Os pellets produzidos a 200°C e 275°C apresentaram valores médios de poder calorífico e densidade energética de, respectivamente, 20,86 MJ/kg e 22,66 MJ/kg e de 9,66 GJ/m³ e 10,47 GJ/m³. Para durabilidade mecânica os pellets a 200°C e 275°C apresentaram valores médios de 78,36% e 63,11% estando ambas as temperaturas abaixo do recomendado pela norma para as classes TWH e TWL (≥97,5%). Os pellets de 275°C, mostraram um aumento de 8,18% de densidade energética em relação aos pellets torrefados a 200°C. De modo geral, considerando todas as propriedades analisadas, os pellets de 200°C apresentaram melhores resultados. |