Aprendizagem informal no trabalho : em busca de um modelo global de predição

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Barbosa, Flávia Lucena
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unb.br/handle/10482/51867
Resumo: A aprendizagem informal é uma ferramenta estratégica para lidar com mudanças no trabalho. A maioria dos estudos sobre antecedentes de Comportamentos de Aprendizagem Informal (CAIs) usou amostras pequenas e relativamente homogêneas. Assim, esta Tese investigou os antecedentes de CAIs – Interação (IT) e Autonomia no Trabalho (AT) e Prontidão para Aprender (PA) – em amostras diversificadas de países, ocupações e idades. Para isso, utilizamos os dados secundários do Program for the International Assessment of Adult Competencies (PIAAC). Esse modelo de predição ainda foi testado sob diferentes modelos teóricos para avaliar as interferências da participação em treinamento e da cultura nacional. No Estudo 1, testamos a estrutura e a confiabilidade dos instrumentos do PIAAC e investigamos o impacto de IT, AT e PA sobre CAIs. Obtivemos uma solução com quatro fatores e todos esses antecedentes estão positivamente relacionados aos CAIs, mas IT tem o maior poder preditivo. No Estudo 2, em amostra agregada de todos os países do PIAAC, encontramos que participantes de treinamentos emitiram CAIs médios mais altos com menor variância que não participantes. Essa participação moderou apenas a predição de CAIs por IT e AT, mais fortemente entre não participantes. Entretanto, essa moderação diferiu entre países. No Estudo 3, o impacto das dimensões culturais de países não teve relações diretas significativas com CAIs. Contudo, a predição do modelo do Estudo 1 foi moderada pelas dimensões Distância de Poder, Individualismo e Motivação para Realização e ao Sucesso. Nossos achados podem apoiar políticas globais de desenvolvimento de competências para o trabalho, em distintas faixas etárias de trabalhadores em uma variedade de ocupações.