Condições favoráveis à mancha foliar causada por Xanthomonas axonopodis em eucalipto
Ano de defesa: | 2007 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
BR Etiologia; Epidemiologia; Controle Mestrado em Fitopatologia UFV |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://locus.ufv.br/handle/123456789/4450 |
Resumo: | Xanthomonas axonopodis é atualmente um dos principais patógenos foliares da eucaliptocultura no Brasil. Induz manchas foliares e desfolha em mudas no viveiro e plantas jovens no campo. No entanto, pouco se conhece sobre as condições que favorecem a infecção. Assim, neste trabalho estudaram-se o estabelecimento e o desenvolvimento da mancha foliar bacteriana causada por X. axonopodis em eucalipto em diferentes idades da folha, sob diferentes períodos de molhamento foliar e temperatura. A severidade da doença aumentou com a idade da folha, sendo maior no terceiro par de folhas completamente expandido, a contar do ápice para a base. Constatou-se também no terceiro par de folhas maior nível de colonização bacteriana expressa em unidades formadoras de colônia (ufc)/cm2 de área foliar. A ocorrência de água livre por 12 h na superfície da folha pré-inoculação foi essencial para o aumento da severidade da doença. Contudo, com o aumento da duração do período de molhamento foliar, ocorreu decréscimo na severidade da doença. A faixa de temperatura ótima para o desenvolvimento da doença foi entre 26 e 30ºC. Os resultados obtidos permitiram determinar as condições ótimas para o estabelecimento da doença. Plantas a serem inoculadas devem ser mantidas em câmara de nevoeiro por 12 h pré-inoculação e, a seguir, transferidas diretamente para câmara de crescimento a 26 30ºC. As avaliações de severidade devem ser realizadas aos 20 dias após inoculação no quarto par de folhas, no sentido ápice-base do ramo, e a desfolha, avaliada 30 dias após a inoculação. Essas condições devem ser empregadas em estudos da resistência - como seleção de genótipos resistentes - e consideradas na definição de estratégias de controle, com base no manejo das condições de cultivo. |