Capacidade institucional de apoio à inovação dos Institutos Federais e das Universidades Federais no estado de Minas Gerais: um estudo comparativo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Rodrigues, Flávia Couto Ruback
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/6258
Resumo: A Teoria da Hélice Tripla (HT), desenvolvida por Henry Etzkovitz e Loet Leydesdorff em meados dos anos 1990, descreve o modelo de inovação com base na relação governo-universidade-indústria. Nesse contexto, as atribuições dos Institutos Federais (IFs) e as Universidades Federais (UFs) – Instituições de Ciência e Tecnologia - vão além do ensino e pesquisa, pois, além de criarem e difundirem o conhecimento, elas incorporam a responsabilidade de colaborar para o desenvolvimento econômico por meio da criação de conhecimento científico e tecnológico aplicado, contribuindo diretamente para a inovação. Com a finalidade de gerir a política de inovação e propriedade intelectual das ICTs, em 2004 foi promulgada a Lei de Inovação, que criou os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs). Esses órgãos se configuram como uma interface entre as ICTs e o ambiente produtivo. Sabe-se que IFs e UFs possuem suas peculiaridades, apesar de serem consideradas ICTs e estarem regidas sob a mesma Lei de Inovação. A diferença mais notória entre as duas está relacionada à oferta de vagas, uma vez que os IFs devem reservar, no mínimo, metade de suas vagas para a educação profissional técnica de nível médio. Assim sendo, o objetivo desta pesquisa é analisar, comparativamente, como tem sido o apoio à inovação dos IFs e das UFs situados no estado de Minas Gerais nas questões de inovação, propriedade intelectual e transferência de tecnologia. A autora parte da suposição que, apesar dos IFs representarem um modelo institucional voltado para a pesquisa aplicada, inovação e transferência de tecnologia, acredita-se que eles não estejam tão bem preparados quanto às UFs para assumir esse preponderante papel na chamada economia do conhecimento em função da pouca maturidade daqueles e, consequentemente, pelo fato de suas estruturas organizacionais ainda estarem sendo consolidadas. Quanto ao recorte da pesquisa, foram entrevistados os coordenadores dos NITs dos IFs e das UFs situados em Minas Gerais. Também foram utilizadas fontes documentais, tais como regulamentos e regimentos. Diante do exposto, espera-se que os resultados deste trabalho possam nortear a formulação de políticas para os grupos de atores que compõem o estudo.