Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2004 |
Autor(a) principal: |
Lopes, Aloízio Moraes |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11216
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Resumo: |
Foram utilizados, quatro novilhos, Holandês-Zebu, castrados, fistulados no rúmen e abomaso, com peso vivo médio inicial de 279,0 kg distribuídos em um delineamento inteiramente casualizado. Determinaram-se os consumos e as digestibilidades aparentes totais e parciais de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CHOT), fibra em detergente neutro (FDN) e carboidratos não fibrosos (CNF). Foram avaliados três tratamentos constituídos pelos volumosos: capim-elefante picado (CE), feno de capim-tifton 85 (FT) e silagem pré-secada de capim-tifton 85. Foram usados três períodos experimentais com duração de 17 dias cada, sendo sete dias para adaptação dos animais, dez dias para coletas. Os fluxos de digesta abomasal e a excreção fecal foram estimados com óxido crômico. O capim elefante proporcionou menores consumos de MS, PB, FDN e NDT. As digestibilidades aparentes totais da MS e MO não foram influenciadas pelos diferentes volumosos. Contudo, registrou-se menor digestibilidade aparente total para o pré-secado. O valor da FDN encontrado foi maior para o feno e o pré-secado, que não diferiram entre si. Quanto a digestibilidade aparente ruminal dos nutrientes apenas a da MO foi influenciada pelos volumosos. As digestibilidades aparentes intestinal da MS, CHO e FDN não foram afetadas pelos volumosos. Contudo, detectou-se efeito de volumoso para a digestibilidade intestinal dos demais nutrientes. Foram utilizados, na presente pesquisa, quatro novilhos, Holandês-Zebu, castrados, fistulados no rúmen e abomaso, com peso vivo médio inicial de 279,0 kg distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, em três tratamentos: o capim-elefante (Pennisetum purpureum, Schum.) picado (CE), feno de capim-tifton 85 (Cynodon spp.) no (FT) e silagem pré-secada de capim tifton-85 (Cynodon spp.) (PS). Os objetivos foram avaliar a produção de proteína microbiana, utilizando-se as bases purinas no abomaso e a excreção urinária de derivados de purinas em amostras spot; a excreção de uréia, a concentração plasmática de N-uréia, o pH e as concentrações de amônia ruminais. Cada alimento (tratamento) foi fornecido em um período experimental aos quatro animais. Cada período experimental teve duração de 17 dias, sendo sete de adaptação e 10 para coletas. Houve interação entre tratamento e tempo de coletas tanto para a N-NH 3 (P<0,05) quanto para o pH (P<0,01) ruminal. Estimaram-se concentrações máximas de N-NH 3 de 26,11, 13,36 e 9,69 mg/dl nos tempos de 3,07, 2,78 e 2,23 h após a alimentação, respectivamente, para a silagem pré- secada de capim tifton-85, o capim-elefante e feno de capim-tifton 85. Foram estimados valores mínimos de pH de 6,55 às 6,89h após a alimentação para o capim-elefante e de 6,61 às 1,44h após a alimentação, para o feno de capim- tifton 85. Já para a silagem, o pH diminuiu linearmente com o tempo após a alimentação. Não houve diferença significativa (P<0,05) para excreção de uréia na urina, sendo os menores (P<0,05) consumos de N, fluxo de N abomasal e valores de MODR e CHODR obtidos para o capim-elefante. Não houve diferenças (P<0,05) entre os tratamentos para a eficiência microbiana. A produção microbiana estimada pelos derivados de purina na urina não diferiu (P<0,05) da obtidas pelas bases purinas no abomaso. |