Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Lucas Ribeiro |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://locus.ufv.br//handle/123456789/27981
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Resumo: |
Nos últimos anos, com a difusão do uso das lajes lisas protendidas, alguns projetistas vêm ousando projetar lajes com dimensões cada vez maiores, e isto tem levado à manifestação de alguns problemas relacionados à restrição ao encurtamento da laje devido às estruturas de apoio. A restrição ao encurtamento da laje gera uma descompressão na laje e esforços de flexão adicionais nos pilares. Neste tipo de estrutura, uma série de fenômenos dependentes do tempo acontecem simultaneamente, produzindo variações nos esforços e deformações que só podem ser determinadas com uma abordagem mais realista do que a análise clássica. Um método adequado para essas situações é a análise estrutural evolutiva, que permite levar em conta as diversas etapas do processo construtivo e a introdução dos carregamentos em etapas, bem como os efeitos diferidos no tempo. Neste trabalho foi realizado um estudo comparativo entre os resultados de uma análise estrutural evolutiva não-linear (AEE) e a análise clássica linear-elástica (AC) de estruturas de edifícios com lajes lisas protendidas, utilizando-se o software SAP2000 v20, com base em modelos simplificados via Método dos Pórticos Múltiplos, e com base em modelos completos da estrutura, que foram discretizados em elementos finitos. Por fim, os resultados das análises estruturais dos modelos evolutivos são comparados com os dos modelos clássicos, comprovando a importância de se considerar uma AEE, principalmente nos edifícios com lajes protendidas de maior comprimento. Observou-se que as lajes do primeiro pavimento sofrem uma descompressão significativa em decorrência da restrição ao seu encurtamento provocada pelos pilares engastados na fundação e, como consequência, os pilares sofrem esforços adicionais de flexão importantes. A partir do segundo pavimento, constatou-se que a influência da restrição ao encurtamento da laje foi desprezível para os casos estudados e, portanto, os resultados das análises clássica e evolutiva para os pavimentos superiores foram semelhantes. Palavras-chave: Lajes lisas protendidas. Análise Estrutural Evolutiva. Análise incremental. Análise Não-Linear. Retração. Fluência. Restrição ao encurtamento da laje. |