Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Suárez Mejía, Ricardo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://locus.ufv.br//handle/123456789/28034
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Resumo: |
O revestimento dos grânulos da ureia com polímeros é uma estratégia tecnológica para controlar a sua solubilização e reduzir a volatilização da NH 3 . Assim, um polímero natural, abundante e biodegradável como o acetato de celulose (AcC) pode ser uma alternativa interessante. A incorporação de plastificantes poderá, ainda, aumentar a eficácia deste revestimento. Portanto, neste trabalho apresentam-se os resultados da eficácia do revestimento da ureia com AcC sem plastificante (U_AcC) e com os plastificantes: polietileno glicol (U_AcC_Peg), triacetina (U_AcC_Trt), dietil ftalato (U_AcC_Def) e com plastificante comercial não identificado (U_AcC_P). Tomaram-se como referências a ureia revestida com polímero sintético da Kimberlit® com nome comercial Kimcoat-N (KMC) e a ureia granulada sem revestimento (U). Para o revestimento os grânulos de ureia foram imersos em formulações filmogênicas (ff) de AcC solubilizado em acetona com a adição, ou não dos plastificantes na proporção de 30 % (m/v) e, em seguida, foram rolados em placa de vidro para remoção do excesso de ff e secagem. Para avaliar a biodegradação foram produzidos filmes das ff. Avaliou a solubilização dos grânulos de ureia enterrados em solo umedecido contido em placas petri. Em cinco amostragens no intervalo de uma hora foram removidos grânulos e quantificada a ureia remanescente por método colorimétrico. Avaliou a NH 3 volatilizada em um sistema fechado contendo solo umedecido, sobre o qual foram depositados os grânulos de ureia. A NH 3 produzida foi carreada por um fluxo de ar e capturada em H 3 BO 3 20 g/L em doze amostragens no intervalo de 192 h e quantificada por titulação potenciométrica. Quantificou a volatilização total o pico de máxima volatilização (Nv max ) e o tempo em que ele ocorreu (Tv max ). A biodegradação dos filmes das ff de AcC adicionados ao solo umedecido foi avaliada pela produção do CO 2 e capturado em solução de 0,5 mol/L de KOH, de acordo com a norma ASTM D 5988-18. A solubilização total da U_AcC foi significativamente menor (38 %) do que a da U e apresentou menor solubilização do que a ureia KMC. As formulações U_AcC_Trt, U_AcC_Def e U_AcC_P foram mais eficazes do que a U_AcC, sendo que a U_AcC_Def e U_AcC_P reduziram a solubilização da ureia em 82 e 83 %, respectivamente. A U_AcC apresentou volatilização total 10 % menor do que a U, mas os plastificantes não proporcionaram redução adicional significativa na volatilização de NH 3 . No entanto, a U_AcC_P destacou por apesentar o menor Nv max e retardar o Tv max e a U_AcC_Def por apresentar a menor volatilização total. Os plastificantes aumentaram significativamente a biodegradação do AcC, sobretudo o dietil ftalato e o plastificante comercial não identificado. O dietil ftalato e o plastificante comercial não identificado têm potencial para ser empregado no revestimento da ureia com acetato de celulose para conferir- lhe características de liberação controlada. Palavras-chave: Polietileno glycol. Triacetina. Dietil ftalato. Solubilização. Volatilização de NH 3 . Biodegradação. Ureia de liberação controlada. |