Produção de etanol a partir da fração amilácea de Oryza sativa por hidrólise enzimática
Ano de defesa: | 2016 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Palmas |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Agroenergia - PPGA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/1961 |
Resumo: | A questão energética mundial associada às mudanças climáticas tem evidenciado a necessidade de se repensar a matriz energética mundial. Dentro desse contexto, o investimento tecnológico na produção de biocombustíveis se faz cada vez mais necessário, uma vez que a queima de combustíveis fósseis, altamente poluidores, são um dos principais fatores que contribuem para o aquecimento global. Nesse contexto aliado a busca de um melhor aproveitamento principalmente dos resíduos gerados dos sistemas produtivos, o objetivo desse estudo foi avaliar a produção de etanol a partir de diferentes produtos obtidos no beneficiamento do arroz (arroz quebrado, integral e com casca), tendo o milho como referência, por meio de hidrólise enzimática. Para cinética da conversão da glicose em etanol o ponto máximo foi atingido aproximadamente com 10 horas, onde os tratamentos atingiram a maior concentração de etanol. Os tratamentos que obtiveram maior concentração foram Arroz Gigante com 46,03 g/L, Arroz Quebrado com 44,73 g/L e Arroz Integral com 42,32 g/L, as médias de ambos não diferiram entre si a 5% de probabilidade de erro pelo teste Tukey. Para tanto pode-se concluir que a utilização, principalmente dos resíduos da cadeia produtiva do arroz, se mostra como uma alternativa interessante para produção de etanol. |