Exportação concluída — 

Análise cromossômica dos linfócitos do sangue periférico e dos polimorfismos do gene de reparo do DNA XRCC1 em indivíduos com anemia falciforme.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: ALVES, Polyanna Miranda
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Patologia Clínica
BR
UFTM
Programa de Pós-Graduação em Patologia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://localhost:8080/tede/handle/tede/50
Resumo: A anemia falciforme é uma desordem causada pela substituição de um único nucleotídeo no gene da β-globina. A heterogeneidade clínica observada nos pacientes com anemia falciforme tem sido atribuída aos fatores ambientes e genéticos. Os pacientes com anemia falciforme estão sujeitos ao aumento do estresse oxidativo, especialmente nas crises vaso-oclusivas e síndrome torácica aguda. Outra possível causa do estresse oxidativo na anemia falciforme são as altas concentrações de ferro no plasma dos pacientes. O aumento do estresse oxidativo poderia ser um fator de risco relevante para a mutagênese e carcinogênese. Estudos sobre a frequência de aberrações cromossômicas em linfócitos de pacientes com anemia falciforme não foram relatados até o momento. Para contribuir com o entendimento do papel dos diferentes biomarcadores e sua relação com as manifestações clínicas extremamente variáveis na anemia falciforme, nós investigamos a freqüência de danos cromossômicos e a distribuição do gene de reparo do DNA XRCC1 e sua influência sobre os danos cromossômicos em pacientes e voluntários sadios. As amostras de sangue foram obtidas de 15 paciente e 15 voluntários sadios. Os resultados mostram que os pacientes apresentam um marcado decréscimo nos valores de índice mitótico, comparados com os voluntários e um aumento na porcentagem de metáfases com aberrações cromossômicas. No ensaio de sensibilidade genotóxica, os danos cromossômicos induzidos pela cisplatina nos linfócitos dos pacientes foram significativamente maiores do que a freqüência mensurada nos voluntários sadios. As freqüências alélicas para o 194Trp e 399Gln não foram estatisticamente diferentes entre pacientes e voluntários. Não existiram evidências da influência de qualquer dos alelos estudados sobre a resposta de aberrações cromossômicas ou aumento na sensibilidade do DNA, exceto uma tendência de aumento nos indivíduos Arg/Gln.