Avaliação de fatores inibitórios desencadeados por células T reguladoras sobre linfócitos citotóxicos em pacientes com neoplasias linfoproliferativas
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde Brasil UFTM Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1381 |
Resumo: | Neoplasias linfoproliferativas crônicas são doenças caracterizadas por expansão monoclonal e acúmulo de linfócitos aparentemente maduros, que apresentam vantagem proliferativa e/ou sobrevivência na medula óssea, sangue periférico e gânglios linfáticos. Os mecanismos imunológicos envolvidos na indução e inativação celular são complexos e ainda pouco compreendidos nessas neoplasias. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar a expressão gênica de TGFβ, PD1, PDL1, CTLA-4, FoxP3, PRF1 e GZMB em pacientes com linfoma não-Hodgkin (LNH) e leucemia linfocítica crônica (LLC) atendidos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Foram avaliados 20 pacientes com LNH e 14 com LLC e 12 indivíduos saudáveis. A quantificação relativa dos genes foi realizada por qPCR. Nos pacientes com LNH foi observada expressão significativamente menor de TGFβ quando comparados ao grupo controle (p= 0,041). O mesmo não foi observado em relação aos demais genes. Quando os pacientes com LNH foram categorizados por gravidade, foi verificada maior expressão de PDL1 (p=0,049) em indivíduos com LNH agressivo. Em relação ao desfecho, pacientes com LNH que foram a óbito apresentavam níveis de expressão de PRF1 significativamente menores que aqueles que permaneceram vivos (p=0.0474). Já nos pacientes com LLC, não foi observada diferença estatisticamente significativa em nenhum dos genes avaliados. Os dados aqui encontrados podem contribuir em novos estudos sobre os genes avaliados, bem como novos marcadores com valor prognóstico. O entendimento da imunologia tumoral combinada com a avaliação da expressão gênica contribui para um melhor entendimento do padrão de resposta imune. |