Avaliação de fatores inibitórios desencadeados por células T reguladoras sobre linfócitos citotóxicos em pacientes com neoplasias linfoproliferativas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: SAMUEL, Michelle Lara
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
Brasil
UFTM
Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1381
Resumo: Neoplasias linfoproliferativas crônicas são doenças caracterizadas por expansão monoclonal e acúmulo de linfócitos aparentemente maduros, que apresentam vantagem proliferativa e/ou sobrevivência na medula óssea, sangue periférico e gânglios linfáticos. Os mecanismos imunológicos envolvidos na indução e inativação celular são complexos e ainda pouco compreendidos nessas neoplasias. Portanto, este estudo teve como objetivo avaliar a expressão gênica de TGFβ, PD1, PDL1, CTLA-4, FoxP3, PRF1 e GZMB em pacientes com linfoma não-Hodgkin (LNH) e leucemia linfocítica crônica (LLC) atendidos no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Foram avaliados 20 pacientes com LNH e 14 com LLC e 12 indivíduos saudáveis. A quantificação relativa dos genes foi realizada por qPCR. Nos pacientes com LNH foi observada expressão significativamente menor de TGFβ quando comparados ao grupo controle (p= 0,041). O mesmo não foi observado em relação aos demais genes. Quando os pacientes com LNH foram categorizados por gravidade, foi verificada maior expressão de PDL1 (p=0,049) em indivíduos com LNH agressivo. Em relação ao desfecho, pacientes com LNH que foram a óbito apresentavam níveis de expressão de PRF1 significativamente menores que aqueles que permaneceram vivos (p=0.0474). Já nos pacientes com LLC, não foi observada diferença estatisticamente significativa em nenhum dos genes avaliados. Os dados aqui encontrados podem contribuir em novos estudos sobre os genes avaliados, bem como novos marcadores com valor prognóstico. O entendimento da imunologia tumoral combinada com a avaliação da expressão gênica contribui para um melhor entendimento do padrão de resposta imune.