Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Pires, Ana Maria Teixeira [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23540
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Resumo: |
Objetivos: avaliar e classificar as reações de pele segundo os critérios Radiation Therapy Oncology Group (RTOG) e caracterizar fatores que possam interferir nessas reações (incidência e/ou gravidade da reação de pele). Métodos: estudo prospectivo, com 86 mulheres com câncer de mama operadas, estadios iniciais, submetidas à radioterapia adjuvante na Universidade Federal de São Paulo e no Hospital Alemão Oswaldo Cruz. A radioterapia foi realizada em região da mama, campos tangentes e paralelos opostos, dose total de 5040 cGy (180 cGy dose/dia), com Acelerador Linear de 6 MV. Os dados foram coletados conforme instrumento de avaliação e TCLE assinado. Além dos dados pessoais, foi medido o tamanho da mama, a partir do desenho do contorno da mesma. Mediu-se a distância entre a separação dos campos e a altura da mama. A avaliação da pele da área de tratamento foi realizada semanalmente e as reações foram classificadas a partir do RTOG. Resultados: a medida da altura da mama e a técnica de tratamento foram significantes na análise univariada, para incidência de reação de pele grau 3. Porém, apenas a altura da mama foi fator significante na análise multivariada para a gravidade da reação de pele. Observamos que a chance de ocorrer reação grau 3 aumenta 2,61 vezes à cada aumento de 1 unidade da altura (cm). Estes achados permitem ao enfermeiro programar condutas mais adequadas e individualizadas para cada paciente e contribuir para a otimização do tratamento. Conclusão: Quanto maior a altura da mama, a chance da ocorrência de reação de pele grau 3 é significantemente maior. |