Comparação dos modelos supervisionados e não supervisionados de atendimento fisioterapêutico na artroplastia total de joelho: revisão sistemática
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2968291 https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/47146 |
Resumo: | Introdução: A artroplastia total de joelho é um tratamento eficaz na osteoartrite em graus avançado. O processo cirúrgico é apenas uma parte para restabelecer os padrões funcionais, pois a reabilitação física torna-se um componente essencial no tratamento. Com o aumento dos custos á saúde existem dúvidas sobre os modelos de fisioterapia. Objetivo: A proposta da presente revisão sistemática foi avaliar as evidências existentes nos modelos fisioterápicos de atendimento supervisionado contra sem supervisão em pacientes submetidos à artroplastia total de joelho. Métodos: Foi realizada uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados independente de idioma e forma de publicação. Foram incluídos, estudos que relatam intervenções supervisionadas contra não supervisionadas em pacientes submetidos à artroplastia total ou parcial de joelho, independente da idade e gênero. Os desfechos analisados foram os aspectos físicos e funcionais, como: 1) Força muscular: mensurado por isocinético, dinamômetro manual ou teste de repetições máximas, 2) Função: determinado por escalas que avaliam especificamente articulação do joelho e testes objetivos que avaliam equilíbrio, velocidade da marcha e distância percorrida, 3) Amplitude de movimento: Avaliado por meio de graus de flexão e extensão de joelho, 4) Hipotofria muscular: determinando pelo diâmetro da coxa, 5) Dor articular: quantificada pela escala visual analógica de dor e 6) Qualidade de vida: determinado por escalas. Para avaliar a qualidade metodológica dos estudos randomizados foi utilizado os critérios descritos no Manual de Revisões Sistemáticas utilizado pela Colaboração Cochrane. Resultados: As buscas realizadas nas diferentes bases de dados resultaram em 1.113 estudos. Após a exclusão de 121 duplicatas, obteve-se 1012 estudos para analisar a elegibilidade, foram avaliados os títulos e resumos para incluir na revisão, 976 estudos não cumpriram os critérios de inclusão. Enfim 36 estudos foram eleitos para serem examinados minuciosamente e somente cinco foram incluídos. Apesar da heterogeneidade, foi possível analisar amplitude de movimento para flexão do joelho em três estudos, porém não foi encontrada diferença estatística para esse desfecho, no período de seis meses. Conclusão: Podemos concluir que as evidências existentes sobre o assunto abordado são de baixa qualidade, enfraquecendo assim a sustentação que o atendimento sem supervisão, dessa forma elaborações de novos estudos para tomadas de decisões corretas são fundamentais. |