Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Balão, Ana Beatriz [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/67359
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Resumo: |
A fibromialgia (FM) é caracterizada pela dor muscular crônica generalizada e pela diminuição da qualidade do sono, acometendo principalmente mulheres. Vários estudos já mostraram que exercícios aeróbicos são efetivos para a melhora da dor e da qualidade do sono desta população; outros estudos já mostraram que a fotobiomodulação (FBM) se destaca pelos seus efeitos na modulação dos sintomas de FM. No entanto, não há consenso na literatura a respeito dos melhores parâmetros de FBM para essa população, com destaque para a FBM do tipo cluster nos principais grupos musculares do corpo e com dose progressiva ao longo do tratamento no nível de dor e nem ao menos na qualidade do sono. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar o impacto de um protocolo de exercício aeróbio associado a FBM com dosagem progressiva na dor e qualidade do sono em mulheres com FM. Foram randomizadas e distribuídas 22 mulheres em dois grupos: GEFA: grupo exercício e FBM ativa (n=12), ou GEFP: grupo exercício e FBM placebo (n=13). Na avaliação clínica feita antes da intervenção, após 12 semanas de tratamento e no follow up de 26 semanas, foram aplicados a Escala Visual Analógica (EVA) de Dor e os questionários Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) e Epworth Sleepiness Scale (ESS) para responder aos desfechos primários sobre o nível de dor e qualidade do sono, e os questionários Revised Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQR) e Fatigue Severity Scale (FSS) para responder aos desfechos secundários sobre qualidade de vida e nível de fadiga. As intervenções ocorreram através do exercício físico aeróbio em bicicleta ergométrica com progressão de carga através da frequência cardíaca máxima (FCmax) entre 75 e 80% e da aplicação da FBM com dosagem progressiva durante 12 semanas, 2 vezes por semana. O principal achado deste estudo demonstrou uma diferença estatística intergrupos para menor dor na semana anterior entre o momento inicial e final do GEFP. Os resultados permitiram concluir que FBM não foi capaz de proporcionar um efeito extra aos efeitos do exercício aeróbio em bicicleta ergométrica e com incremento de carga na dor, qualidade do sono, qualidade de vida e níveis de fadiga desta população. |