Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Nogueira, Camila [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11600/71829
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Resumo: |
Objetivo: Verificar se as variáveis seminais influenciam nos tratamentos de reprodução assistida, na formação de embriões e blastocistos e nas taxas de gestação. Método: Foram analisados 4946 prontuários de pacientes que realizaram tratamento para infertilidade conjugal no Setor Integrado de Reprodução Humana da UNIFESP do ano de 2010 até 2020. Foram utilizados os dados clínicos masculinos, de análise seminal, número de embriões e blastocistos formados e gravidez. A análise estatística foi realizada por meio do software SPSS 18.0. Resultados: Ao comparar-se os fatores analisados e a presença ou não de gestação, houve diferença estatística na idade feminina, no número de oócitos, de MII (oócito em metáfase II), taxa de MII e MI (oócito em metáfase I), número de oócitos injetados e fertilizados, quantidade de embriões em D3 (dia 3 de desenvolvimento embrionário) e D5 (dia 5 de desenvolvimento embrionário) e quantidade de embriões transferidos, porém não houve diferença quando comparadas as variáveis seminais e as taxas de gestação. Em relação às correlações, houve correlação positiva entre a concentração inicial, total, total de móveis e total de móveis morfologicamente normais. A concentração total correlacionou-se positivamente com o total de móveis e o total de móveis morfologicamente normais. A morfologia e o total de móveis correlacionaram-se positivamente com o total de móveis morfologicamente normais. Por fim, a análise discriminante demonstrou que as variáveis que melhor discriminam os grupos beta positivo e negativo foram idade da mulher, taxa de MII, número de oócitos e taxa de fertilização, sendo a taxa de MII a que melhor prediz o grupo beta positivo. Conclusão: Dessa forma, o presente estudo não demonstrou diferença significativa entre as variáveis seminais e as taxas de gestação e de formação de blastocistos em tratamentos de reprodução humana assistida. |