Efeito do estresse térmico testicular na atividade mitocondrial e fragmentação de DNA de espermatozoides murinos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Miyazaki, Mika Alexia [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11600/71132
Resumo: Objetivo: Simular a hipertermia testicular transitória e verificar se as alterações funcionais persistem nos espermatozoides após um ciclo completo de espermatogênese. Métodos: Foram utilizados 22 camundongos machos da linhagem C57BL/6 distribuídos em três grupos: Controle (n=7), Estresse térmico (n=7) e Sham (n=8). Para o grupo de estresse térmico, os animais foram sedados e a terça parte inferior do corpo (bolsa testicular, membros posteriores e cauda) foram imersas em banho de água a 40°C± 0.5ºC por 30 minutos por 6 dias consecutivos. O grupo Sham foi submetido ao mesmo protocolo, entretanto em temperatura a 33 °C± 0.5ºC. Após 35 dias do último dia de hipertermia testicular, os animais foram eutanasiados e da cauda do epidídimo foram coletados espermatozoides utilizados para mensuração da concentração, análise de fragmentação de DNA e atividade mitocondrial. Para a análise estatística, foi verificada a normalidade da distribuição dos dados pelo teste de Kolmogorov-Smirnov. Então, os grupos os controle, estresse térmico e sham foram comparados pela Análise de Variancia (ANOVA), seguido do teste post hoc LSD de Fisher quando verificado diferença estatística entre os grupos. Um erro alfa (α) de 5% foi adotado. Resultados: No presente estudo, não foi observada diferença estatísticamente significativa entre os grupos em relação a concentração espermática recuperada. Entretanto, foi revelado maior fragmentação de DNA e baixa atividade mitocondrial nos espermatozoides após 35 dias da finalização do estímulo. Conclusões: O modelo de estresse térmico aplicado neste estudo resultou em espermatozoides com função alterada.