Exportação concluída — 

Aspectos nutricionais e metabólicos em população nipo-brasileira e Suya

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Salvo, Vera Lucia Morais Antonio de [UNIFESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/24245
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar o perfil nutricional e metabólico de população nipo-­brasileira e Suyá. Exarninaram-se 1165 nipo-brasileiros, com idade ≥ 30 anos e 86 Suyá adultos (≥ 20 anos) de ambos os sexos. 0 hábito alimentar (questionário de freqüência de consumo de alimentos) de nipo-brasileiros foi descrito a partir de um da presença de doença macrovascular (DMV). A porcentagem de casos confirmados com DMV foi de 3,2% sendo semelhante entre os sexos. As freqüências de sujeitos com DMV (confirmados ou suspeitos) foram estatisticamente maiores entre aqueles de primeira geração, com idade ≥60 anos, tabagistas, com hipertensão arterial, hipertrigliceridemia e diabetes, quando comparados aos sem essas condições Nipo-brasileiros com DMV, quando comparados aos sem essa condição, apresentaram menor perímetro do quadril, maiores valores médios de idade, pressão arterial sistólica, triglicérides, glicemia. Indivíduos com DMV informaram maior consumo de alimentos fonte de ferro e menor de fibras de grãos quando comparados aos sem DMV. Entre os Suyá observou-se que as mulheres, quando comparadas aos homens, apresentaram valores médios estatisticamente menores das variáveis antropométricas, de pressão arterial, triglicérides, VLDL e ácido urico. As porcentagens de índios Suyá com excesso de peso, obesidade generalizada, central, alterações pressóricas, glicemia de jejum alterada, dislipidemia e síndrome metabólica foram, respectivamente, 46,5%,12,8%,38,4%,26,7%,4%,63,9% e 21,9. A porcentagem de sujeitos com índice de conicidade elevado foi de 65,1% (IC 95%: 54,1 % - 75,1 %), com maior freqüência no sexo feminino, entre os mais velhos, com obesidade central, com hipercolesterolemia ou síndrome metabólica. Alterações metabólicas e antropométricas estão presentes entre os Suyá e nipo-brasileiros. Intervenções educativas devem ser implementadas para resgatar hábitos e estilo de vida tradicionais ou mais saudáveis a fim de conter o avanço deste quadro..