Estudo reológico da mistura carboximetilcelulose e amido e sua utilização como veículo de inoculação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Rohr, Tiago Gusmão lattes
Orientador(a): Oliveira, Paulo Jansen de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química
Departamento: Instituto de Tecnologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13438
Resumo: Esse estudo teve por objetivo utilizar técnicas reológicas para avaliar a compatibilização da mistura Carboximetilcelulose/Amido (CMC/AM) e identificar sua aplicação como veículo de inoculação. Os resultados reológicos de módulo elástico G e fluência mostraram que a interação CMC/amido depende da concentração de polímero na mistura. Alta concentração de CMC favorece a coexistência de redes emaranhadas aumentando a força gel. Os resultados também mostram que todas as composições examinadas apresentaram comportamento pseudoplástico. Os resultados reológicos mostram que os íons Magnésio e Zinco atuam de modos distintos na mistura. Entretanto, a compatibilidade e força gel aumentam com a adição de íons Magnésio e Zinco. Os íons Magnésio promovem fortes interações gel com os dois polímeros, CMC e amido, enquanto que, o zinco atua preferencialmente junto a CMC. Baixas concentrações de íons favorecem as interações intermoleculares e a estabilidade dimensional, estruturas egg box . Entretanto, dependendo da composição e do tipo de morfologia das misturas poliméricas existe uma quantidade de íons que favorecem as associações hidrofóbicas intramoleculares, acarretando a precipitação do polímero, estrutura dimeric junctions . Nas soluções diluídas, os resultados das análises de condutivimetria e viscosimetria mostraram que as misturas são imiscíveis e que a interação depende do potencial de ionização. A separação de fases diminui com a presença de íons, 0,5 e 1% MgO e Zinco. As composições 50/50 e 60/40 CMC/Amido contendo 1% de ZnO ou MgO apresentaram a capacidade de sustentar elevadas populações bacterianas até o 12° dia de incubação.