Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Altoé, Douglas de Melo
![lattes](/bdtd/themes/bdtd/images/lattes.gif?_=1676566308) |
Orientador(a): |
Oliveira, Maria da Glória de
![lattes](/bdtd/themes/bdtd/images/lattes.gif?_=1676566308) |
Banca de defesa: |
Batalhone junior, Vitor Claret,
Turin, Rodrigo |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em História
|
Departamento: |
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Palavras-chave em Inglês: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13943
|
Resumo: |
Esta dissertação objetiva compreender como se escrevia a história da Antiguidade no Brasil oitocentista. Esta pesquisa historiográfica articula a ideia de um “legado” da Grécia com o processo civilizador no mundo ocidental, além do aporte referencial dos historiadores antigos para a construção da “ciência histórica” no século XIX. Nessa perspectiva, analiso a importância da Antiguidade e da tradição clássica no Brasil oitocentista, principalmente, no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), a instituição legitimadora da escrita da história, e, no Imperial Colégio de Pedro II (ICPII), o colégio parâmetro da instrução secundária no país. Para investigar tal tema selecionamos compêndios de História Antiga, redigidos no Brasil, entre as décadas de 1860 e 1890, que estão arquivados no IHGB, em especial, o Compêndio de História Universal, de Justiniano José da Rocha |