Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Hadamus, Susana Linhares
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Orientador(a): |
Lorenzon, Maria Cristina Affonso |
Banca de defesa: |
Lorenzon, Maria Cristina Affonso,
Tassinari, Wagner de Souza,
Zaú, André |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Zootecnia
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Departamento: |
Instituto de Zootecnia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14824
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Resumo: |
A identificação das floradas dos méis comercializados é um importante desafio para o segmento apícola brasileiro, que requer informações sobre a origem botânica e geográfica do mel e também por auxiliar no controle de qualidade deste produto da abelha. O objetivo do presente trabalho é identificar as espécies vegetais que mais contribuem para a produção de mel no estado do Rio de Janeiro, verificar se a nominação da origem floral no rótulo está em consonância com o método de laboratório, e verificar a qualidade do produto por meio da presença de elementos figurativos. Foram avaliadas 152 amostras de méis do comércio do estado do Rio de Janeiro, dentre marcas informais a legalizadas. A análise melissopalinológica seguiu a metodologia padrão européia, sem uso de acetólise, para a identificação dos tipos polínicos, de suas porcentagens na amostra e da disposição em classes de frequência. Foram identificados 60 tipos polínicos, pertencentes a 27 famílias, 34 gêneros e nove espécies. Fabaceae e Asteraceae apresentaram a mais alta diversidade em tipos polínicos. Do total de tipos polínicos, 31% foram mais frequentes como, Eucalyptus sp., Myrcia sp. e Piptadenia sp. Segundo a predominância dos tipos polínicos nas amostras, 58,5% foram do tipo monofloral, sendo o mel de Eucalipto o mais predominante; 35,5% do tipo heterofloral e 8%, biflorais. Há importante diferença na diversidade floral pela análise melissoplanológica de laudo das amostras e das frequências na amostragem. A identificação floral pelo método de laboratório diverge da presente no rótulo, apenas 13% das 89 amostras tipo monofloral no rótulo, estavam em concordância com sua origem botânica; cinco eram de Eucalyptus, três de Citrus, duas de Vernonia e duas de Gochnatia. A presença de elementos figurativos, sejam de origem biológica ou sujidades, foi alta (73% das amostras). Das amostras, 58% estavam fora dos padrões de identidade e qualidade do mel, devido à presença de microrganismos e sujidades. |