Composição e estrutura das comunidades parasitárias do Acará Geophagus brasiliensis (Quoy e Gaimard, 1824) e do Apaiarí Astronotus ocellatus (Cope, 1872) do Rio Guandu, Estado do Rio de Janeiro, Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Azevedo, Rodney Kozlowiski de lattes
Orientador(a): Alejos, José Luis Fernando Luque lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Ciências Veterinárias
Departamento: Instituto de Veterinária
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/11881
Resumo: Entre os meses de dezembro de 2004 à novembro de 2005 foram coletados 50 espécimes de Geophagus brasiliensis (Quoy e Gaimard, 1824) e 35 espécimes de Astronotus ocellatus (Cope, 1872) provenientes do Rio Guandu, próximo à barragem da Estação de tratamento de água (ETA) (22°48 32 S, 43º37 35 O), Estado do Rio de Janeiro, para o estudo de suas comunidades de metazoários parasitos. Em G. brasiliensis foram encontradas nove espécies de metazoários parasitos: 3 digenéticos, 1 nematóide, 2 hirudíneos, 2 acantocéfalos e 1 larva gloquídia. A maioria dos espécimes de parasitos coletados foram digenéticos (95,9%), sendo Posthodiplostomum macrocotyle Dubois, 1937 (metacercária) a espécie mais prevalente (88,0%) e com a maior intensidade média (12,4) sendo a maioria dos espécimes encontrados parasitando os olhos, seguido pelo digenético Austrodiplostomum compactum (Lutz, 1928) (metacercária) e pelo hirudíneo da família Glossiphoniidae, que apresentaram prevalências de 14,0% e 10,0% respectivamente. Em A. ocellatus foram encontradas seis espécies de metazoários parasitos: 1 monogenético, 1 nematóide, 1 hirudíneo, 1 acantocéfalo, 1 crustáceo e 1 larva gloquídia. A maioria dos espécimes de parasitos coletados foram monogenéticos (91.9%), sendo Gussevia sp. a espécie mais prevalente (71,4%) e com a maior intensidade média (17,6) sendo todos os espécimes encontrados parasitando as brânquias, seguido pelo acantocéfalo Polymorphus sp. que apresentou uma prevalência de 17,1%. Os parasitos encontrados em G. brasiliensis e A. ocellatus apresentaram o típico padrão de distribuição agregado.