Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1995 |
Autor(a) principal: |
Santos, Frances Regiane dos
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Orientador(a): |
Costa, Stella Regina Reis da
,
Silva, Jorge Gusmão da |
Banca de defesa: |
Costa, Stella Regina Reis da,
Dilson, Cardoso,
Fraiz Junior, Silas Varella |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Química
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Departamento: |
Instituto de Ciências Exatas
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14741
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Resumo: |
Os óleos vegetais têm sido estudados como matéria-prima na obtenção de hidrocarbonetos combustíveis. As transformações catalíticas e térmicas desses ó1eos têm sido igualmente apresentadas como capazes de gerar hidrocarbonetos a partir dos quais poderiam ser obtidos o diesel e a gasolina vegetal. Os catalisadores utilizados nestas investigações são geralmente zeólitas que, após a crise do petróleo no início dos anos 70, vêm sendo continuamente pesquisados e modificados, uma vez que face a um rígido controle ambiental, com restrições ao uso de chumbo tetraetila, requer-se do calalisador um bom desempenho em relação à octanagem da gasolina, obtida com a otimização dos teores de aromáticos e olefinas. No presente trabalho estudou-se a degradação catalítica do óleo de soja, utilizando-se como catalisadores a Sílica-Alumina Amorfa e as zeólitas Y, Mordenita e ZSM-5, nas formas protônicas, determinando-se a seletividade e estabilidade catalítica, através da análise da composição dos produtos resultantes das reações e das características físico-químicas dos sólidos empregados. vii As zeólitas Y e ZSM-5, ambas com uma maior acidez de Brönsted, apresentaram produtos ricos em hidrocarbonetos aromáticos, enquanto que a sílicaalumina amorfa gerou produtos essencialmente parafínicos. Os resultados das análises dos produtos, associados às características físico-químicas dos sólidos testados sugerem que a reação de craqueamento do óleo de soja ocorre preferencialmente na superfície externa destes catalisadores. |