Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Falcão, Thales Jenner de Oliveira |
Orientador(a): |
Oliveira, Angelo Giuseppe Roncalli da Costa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
|
Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA NO NORDESTE
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/19522
|
Resumo: |
Introdução - O Técnico em Saúde Bucal (TSB) é um dos profissionais da Odontologia que têm suas atribuições profissionais definidas através da lei federal 11889, podendo atuar na prevenção, promoção e recuperação da saúde bucal. Segundo o site do Departamento de Atenção Básica, do Ministério da Saúde, pode-se constatar através do histórico de cobertura da Estratégia Saúde da Família, que no Rio Grande do Norte existem atualmente apenas oito equipes com TSB implantadas. Objetivo - O presente estudo buscou elucidar os motivos da pouca inserção desses profissionais no serviço público, apesar da relevância do seu trabalho. Método - Trata-se de uma pesquisa quantitativa, sendo um estudo de caso do tipo exploratório, tendo em vista que não existem estudos semelhantes precedentes, e está dividida em duas fases distintas: a princípio foi realizado um mapeamento desses técnicos utilizando informações cadastrais das escolas formadoras e conselho de classe para descobrir quantos são e onde estão. E num segundo momento da pesquisa, foi feita uma análise do processo de implantação (ou não implantação) das equipes de saúde bucal para descobrir que fatores contribuíram para a efetivação (ou não efetivação) deste tipo de trabalho técnico nas equipes. Nessa segunda fase, os Coordenadores de Saúde Bucal municipais responderam a um questionário contendo questões abertas e fechadas através de ligações telefônicas. A amostra foi definida por sorteio levando em consideração a força potencial de trabalho contida nos municípios. Resultados - 1053 técnicos com 94,3% do sexo feminino, distribuídos por todas as Regionais de Saúde. Quanto as entrevistas, 96,9% dos coordenadores de saúde bucal acham importante um técnico em saúde bucal na Odontologia, 92,2% recomendariam a inclusão na Saúde da Família, muito embora 76,6% nunca tenha falado com o Secretário de Saúde sobre essa implantação em seu município, 40% disseram que a falta dessa implantação poderia estar relaciona a recursos financeiros e 31,7% citou a necessidade de melhorar a estrutura física para que fosse possível essa implantação. Conclusões - Os Técnicos em Saúde Bucal do Rio Grande do Norte estão sendo mal aproveitados pelo serviço público. Faz-se necessário uma maior sensibilização dos gestores quanto a importância deste profissional e investimentos em reforma e contratação de profissionais. |