Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Araújo, Liz |
Orientador(a): |
Barbosa Júnior, Walter Pinheiro |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/25123
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Resumo: |
Discutimos neste trabalho o acesso à Educação Básica, modalidade EJA, circunscrita nas políticas de acesso à Educação de Jovens e Adultos (EJA), construídas ou executadas na Subcoordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (SUEJA), no período de 2000, quando instituída na Secretaria de Estado, Educação e Cultura (SEEC), a 2016, analisando suas pautas atuais de atendimento a esse público no Estado do Rio Grande do Norte. Objetivamos construir uma análise histórica e crítica das políticas articuladas na SUEJA, tendo como foco as políticas para o acesso à EJA no RN. Articulamos a pesquisa com os estudos realizados na Linha de Pesquisa Educação, Política e Práxis Educativa do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRN, e com o grupo de pesquisa Sertania, Educação e Práticas Culturais, cuja abordagem teórica converge para problemáticas que movem o nosso pensamento no âmbito da diversidade. Assumimos o Materialismo Histórico e Dialético como método e a pesquisa qualitativa como referência nos procedimentos de construção e análise dos dados. Os instrumentos metodológicos se interpenetram a entrevistas de caráter livre conversacional, ao estudo em documentos garimpados nos arquivos da SUEJA de particulares e no Sistema Integrado de Gestão da Educação (SigEduc). Ademais, trabalhamos com fontes bibliográficas relevantes a temática, entre as quais teses de doutorado; dissertações de mestrado e títulos autorais que são referenciais no estudo de EJA. Com os estudos da literatura e dos documentos, bem como os dados apresentados nas entrevistas, foi possível compreender que as políticas para o acesso a EJA, criadas ou executadas na SUEJA no período de 2000 a 2016 não respondem às especificidades de vida, trabalho e formação continuada da maioria dos jovens e adultos a quem elas se destinam. Isso se dá em razão de que são marcadas, essencialmente, por políticas escolarizadas descontínuas, em sua maioria atendidas por projetos e programas temporários. Os dados que se somam da pesquisa expressam resultados que representam fragilidades no acesso e na permanência dos educandos da EJA no processo escolar, distanciando cada vez mais a responsabilidade do Estado com a política de acesso, permanência e conclusão para EJA. |