Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Silveira, Fabíola Fernandes da |
Orientador(a): |
Mendes, José Ubiragi de Lima |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26439
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Resumo: |
Devido ao aumento da expectativa de vida da população, inumeras pesquisas são realizadas no sentido de melhorar a qualidade de vida e conferir a essas pessoas alternativas de reparo e substituição de orgãos e tecidos taumatizados mecanicamente ou por patologias. Faz-se então necessário o constante desenvolvimento de biomateriais para otimizar a dinamica da vida. Para desenvolve-los vários tipos de materiais sinteticos e biogenos são testados, dentre eles encontram-se os polimeros que posssuem alta biocompatibilidade. Assim, um polímero natural, mais especificamente a quitosana, tem demonstrado ser uma alternativa que vêm despertando grande interesse de cientistas e tecnólogos como materiais poliméricos funcionais. Estudos comprovam suas propriedades na regeneração dos tecidos, proteção contra o ataque microbiano e na passagem do vapor de água, do ar e tem alto poder antiséptico. A quitosana é o componente desacetilado da quitina, biopolimero mais encontrado na natureza depois da celulose, está presente na parede celular dos fungos, dos crustáceos (camarão, siri, lagosta). O processo de extração consiste em desmineralização (HCl 7% e 10%), desproteinização (NaOH – 7% e 10% - baixa concentração) e desacetilação (NaOH – 40% e 50% - alta concetração). Baseado nisso, esta pesquisa tem como objetivo extrair a quitosana a partir do exoesqueleto da lagosta - Palinurus elephas- e caracterizá-la. Foram realizados DRX, MEV e FTIR. Após os ensaios conclui-se que a quitosana extraída foi caracterizada de acordo com a literatura abordada. |