Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Bezerra, Cícero Adailton |
Orientador(a): |
Melo, Jailson Vieira de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
|
Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM QUÍMICA
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/19672
|
Resumo: |
Neste trabalho avaliou-se a capacidade de remoção de HPAs em solução oleosa entre a bentonita hidrofobizada com óleo de linhaça e parafina com a bentonita natural. As análises da bentonita natural e hidrofobizada foram feitas através das técnicas de caracterização: (1) Análise Termogravimétrica (TG) que teve como objetivo avaliar os eventos térmicos devido a perdas de massa, associados tanto a saída de umidade e decomposição da argila quanto devido à perda do agente hidrofobizante. (2) Análise de difração de raios X (DRX) com o intuito de determinar as fases mineralógicas que compõem a estrutura da argila e (3) Espectrofotometria na região do infravermelho usada para caracterizar os grupos funcionais tanto da matriz mineral (bentonita) quanto dos agentes hidrofobizantes (óleo de linhaça e parafina). Foi utilizado um planejamento fatorial 24 com os seguintes fatores; hidrofobizante, percentual de hidrofobizante, tempo de adsorção e volume da solução oleosa. Analisando o planejamento fatorial 24 foi visto que nenhum dos fatores, aparentemente, apresentou-se mais importante que os demais e, como todas as respostas apresentaram valores expressivos em relação à capacidade de remoção do óleo, não foi possível avaliar uma diferença no grau de eficiência dos dois hidrofobizantes. Para o novo estudo comparou-se a eficiência da argila modificada, com cada hidrofobizante separadamente, em relação à sua forma natural. Para tanto, fez-se quatro novos planejamentos fatoriais 23 utilizando a bentonita natural como um fator diferencial. Os fatores usados foram a bentonita (com e sem hidrofobização), tempo de exposição do material adsorvente à solução oleosa e volume da solução oleosa, visando interpretar como esses fatores poderiam influenciar no processo de purificação de águas contaminadas por HPAs. Empregou-se como técnica para obtenção da resposta a espectroscopia de fluorescência, uma vez que já se conhece da literatura que os HPAs, por apresentarem cadeias conjugadas devido à condensação dos anéis aromáticos, apresentam fluorescência, bastante semelhante, quando excitados na região do ultravioleta e como técnica auxiliar a cromatografia gasosa acoplada à espectroscopia de massa (CG-EM) usada para a análise dos HPAs, no sentido de complementar o estudo realizado com a espectroscopia de fluorescência, uma vez que o método espectroscópico permite apenas se ter uma idéia da quantidade total das espécies fluorescentes contidas na parte solúvel do óleo. O resultado mostra uma excelente adsorção de HPAs e outras espécies fluorescentes atribuídos ao efeito principal do primeiro fator, hidrofobização, para o primeiro planejamento 23 BNTL 5%, com 93% paro o sexto o ensaio (+-+), no segundo planejamento fatorial 23 BNTL 10%, o quarto ensaio (++-) com 94,5% o terceiro planejamento fatorial 23 BNTP 5%, o segundo ensaio (+--) com 91% e o quarto e ultimo planejamento BNTP 10%, o último ensaio (+++) com 88%. Comparado com adsorção da bentonita na sua forma natural. Neste trabalho mostra também o limite de adsorção de cada hidrofobizante |