Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Souza, Iêda Isabella de Lira |
Orientador(a): |
Tinoco, Dinah dos Santos |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23308
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Resumo: |
Esta tese teve como objetivo geral analisar as relações interorganizacionais das Escolas de Governo do Rio Grande do Norte que fazem parte da Rede Nacional a partir da Análise de Rede Sociais (ARS). Partiu-se do pressuposto de que as relações interorganizacionais desenvolvidas entre as Escolas de Governo (EGRN, CEAF e EMGESP), por meio da participação na Rede Nacional, contribuem para o desenvolvimento de suas ações, mas de maneira distinta a depender das relações estabelecidas por cada escola e suas especificidades de atuação. Esta análise utilizou-se da Teoria de Redes Sociais como base conceitual e a Análise de Redes Sociais (ARS) como ferramenta analítica. Essa base conceitual e metodológica permitiu analisar as relações interorganizacionais da aludida Rede, a partir do mapeamento dos relacionamentos estabelecidos entre as Escolas de Governo potiguares e entre essas e os outros atores organizacionais que se relacionam para o desenvolvimento de suas atividades. Com relação aos aspectos metodológicos utilizou-se do paradigma interpretativista, da abordagem qualitativa no estudo de caso da Rede das Escolas de Governo do Rio Grande do Norte. Como resultados, foram identificados que as relações interorganizacionais formam uma rede com baixo grau de conectividade e de relações assimétricas, que pode ser considerada coesa, pois a maioria dos seus atores estão conectados por laços fortes. A EGRN, apesar de ter diminuído suas ações por falta de recursos, é o ator central por intermediação e grau, conectando atores antes desconectados como: a EGESP e a ENAP e, por consequência, detém o maior controle das ações da rede. Outra característica da Rede das Escolas é o baixo grau de relação entre os atores, o que a classifica como difusa (esparsa), com pouca geração de novas informação (não redundantes). A configuração atual da Rede permite gerar contribuições para as ações, mas também, limitações, considerando que as escolas menos conectadas também se configuram como as escolas com menor número de ações desenvolvidas, a exemplo da EGESP. E, por outro, a escola com maior conectividade na rede, a EGRN possui também um maior número de ações desenvolvidas. Embora todas as escolas analisadas façam parte da Rede Nacional, observou-se que essas se relacionam de maneira distinta. Assim, os resultados levam a concluir que o desenvolvimento das ações das Escolas de Governo recebe influências do nível de relacionamentos por elas estabelecidos. |